Cor dos Olhos

Olhos Castanhos
Esta é a classe da cor dos olhos que predomina na maioria da população.
Imediatamente reconhece-se que a distribuição das diferenças locais para esta classe de cor de olhos, divide o país e o seu povo em dois tons, o Claro e Escuro.

Olhos escuros, ou olhos castanhos escuros, é a subclasse que responde a 39,68% do sexo masculino e 46,11% do sexo feminino.
A percentagem média para esta classe, é por conseguinte 42% da população.

Disseminada por todo o país, olhos castanhos escuros caracterizam quase toda a metade da população portuguesa, mas em particular o sul, como o Alentejo e o Algarve, com uma significativa deficiência no Litoral Norte, Beira Litoral e Entre-Douro-e-Minho.

Observando a população por uma distribuição provincial, verifica-se que as únicas regiões com falta de olhos escuros é no Norte do país.
As ilhas, em particular o distrito do Funchal, também é melhor caracterizado por esta subclasse, com em Angra do Heroísmo exibindo outro déficite.

Olhos médios, ou olhos castanhos claros, corresponde a 37,06% do sexo masculino e 33,23% do sexo feminino.
É esta a segunda subclasse que melhor define melhor a população portuguesa, sendo a percentagem média 35% da população geral.

Beira Litoral e Entre-Douro-e-Minho abraçam esta classe com o resto do país em defeito.
Por distrito, a distribuição de olhos médios é em significante excesso registado em Coimbra, Aveiro, Porto e Braga.
O districto de Viana do Castelo e Ilhas já apresentam uma falta acentuada, com excepção da Ponta Delgada.

O excesso de olhos médios é também um tom típico, existente em todo o país, mas notado com grande abundância na frente litoral Norte, entre Mondego e Neiva.

Olhos Claros
Esta é a segunda classe da cor dos olhos, em minoria, que correspondente a apenas um vigésimo da população.

Olhos claros, de sombra azul clara, verde, cinza e âmbar, é uma classe sintomática para 17,23% do sexo masculino e 14,81% do sexo feminino.
A percentagem média para esta classe, é por conseguinte 16% da população em colectiva.

Embora transmitida de Norte a Sul, são as regiões de Entre-Douro-e-Minho e Beira Baixa que fulminam esta classe de olhos, com a província de Trás-os-Montes exibindo uma outra concentração relativamente elevada entre os homens.
Beira Alta e as suas respectivas províncias meridionais, estão porém em incisiva falta.

O carácter megalométrico no Norte do país, é ainda melhor representado por distritos.
Com efeito, olhos claros predominam em Guarda, Porto, Vila Real e Viana do Castelo.
Já o extremo Sul e Ilhas exibem uma falta de registo para esta classe de olhos.

Olhos Azuis
Considerando o país por distribuição provincial, olhos azuis é restricto a um pequeno número, representando apenas 6% a 9% da população, sem assimetria entre sexos.

A sua maior importância é célebre no Norte do país, em Entre-Douro-e-Minho, Beira Alta e Trás-os-Montes. A Extremadura-Portuguesa também evidencia esta classe de olhos em relativo depoimento nos distritos de Lisboa, Santarém and Leiria.

A falta de olhos azuis apresenta-se a Sul do país, abaixo do Tejo.
As Ilhas adjacentes também são representadas por uma pequena percentagem, com a excepção de Angra e Horta.
Na Ponta Delgada e Funchal, existe também uma sensivel falta para esta classe de olhos.[1]


Em suma, os olhos azuis são observadas em todo o país, no entanto, esta melhor caracteriza as populações do Norte. Em particular, as regiões litorâneas próximas dos vales e rios, pelo qual o maciço montanhoso da Serra da Estrela divide a zona da fronteira espanhola para o mar.
Olhos claros expande esta classe da cor dos olhos, apesar de também estar mais concentrada nas regiões do Centro e Norte. Os olhos castanhos predominam a população em geral, mas em particular, o Sul e Ilhas.


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